SINASPEN-AL

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Promotor exige cumprimento da Lei de Execuções Penais nos presídios de Alagoas


Luis Vilar/Alagoas24horas

O promotor da Vara de Execuções Penais, Cyro Blatter, notificou nesta quinta-feira, dia 26, a secretária de Educação do Estado, Márcia Valéria, baseado na Lei nº 7.210 de Execuções Penais, exigindo a implantação de um plano para ensino do primeiro grau à população carcerária em 2009.

Blatter explicou que a secretária terá 15 dias, a contar de ontem, para apresentar o plano de ensino para os reeducandos para o ano de 2009, conforme prevê a lei. Segundo o promotor, a situação de Alagoas – no que diz respeito ao sistema prisional – não é diferente de outros estados da federação, mas que o Governo não pode abandonar os reeducandos, e sim implantar políticas eficientes para que eles (os presos) possam ser reinseridos após o cumprimento das penas.

O promotor voltou a afirmar que a questão da superlotação é muito séria. Segundo Blatter, atualmente os presídios alagoanos têm população carcerária em torno de 2.500 e 3 mil presos e que existem mais de três mil mandados de prisão em aberto. “Não adianta o Governo aguardar, apenas, a chegada de recursos federais, é preciso que o Estado busque alternativas para a construção de novas unidades com recursos próprios”.

Cyro Blatter disse que foram detectados oito pontos críticos no sistema prisional, a partir de discussões com a Intendência Geral do Sistema Penitenciário, Conselho Estadual de Segurança, Poder Judiciário e Ministério Público Estadual, cujas alternativas seriam a construção de casas de custódias em três regionais no interior do Estado, além do 9º DP, em Maceió, a colocação de sistema de segurança nos presídios, criação imediata de 700 novas vagas nos presídios, entre outras. Blatter destacou a importância da atuação efetiva do Judiciário na estabilidade do sistema prisional.

O promotor ainda defendeu a decretação do estado de urgência administrativa pelo governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) para facilitar a resolução desses problemas mais urgentes.

No que diz respeito à denúncia de envolvimento de agentes penitenciários nas mortes de reeducando, Blatter destacou o trabalho do delegado Aydes Ponciano, do 10º Distrito Policial - que preside os inquéritos - e lamentou a participação dos agentes públicos no crime.

PORQUE NUNCA INCLUEM OS AGENTES PENITENCIÁRIOS NAS DISCUSSÕES SOBRE O SISTEMA PENITENCIÁRIO?? SÃO SEMPRE "ESTRANHOS" DISCUTINDO OS PROBLEMAS DO SISTEMA E DELIBERANDO PSEUDO SOLUÇÕES.
PARABÉNS DR CYRO PELA EXIGÊNCIA DO CUMPRIMENTO DA LEP!!! MAS, ELA DEVE SER CUMPRIDA EM TODOS OS TERMOS... NÃO SÓ PARCIALMENTE, PARA ATENDER INTERESSES UNILATERAIS... VAMOS RETIRAR OS ORELHÕES DOS PRESÍDIOS, ACABAR COM O PERNOITE, RETIRAR FREEZERES E GELADEIRAS, ACABAR COM PRIVILÉGIOS DE ALGUNS REEDUCANDOS, ETC... TUDO PROIBIDO PELA LEP...

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Carnaval 2009: órgãos divulgam esquema de segurança no Estado



Flávia Duarte/Alagoas24horas

Durante entrevista coletiva na sede da Secretaria de Defesa Social, órgãos ligados à segurança pública no Estado divulgaram na manhã desta quarta-feira, dia 18, o esquema que será utilizado durante o Carnaval 2009. A coletiva contou com a presença de representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Intendência Geral do Sistema Penitenciário, além do Detran.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Dalmo Sena, anunciou que serão utilizados 6.753 militares para o policiamento ostensivo, durante o período. Destes, 2.144 em Maceió e zona metropolitana, e 2.693 no interior do Estado. Dalmo Sena anunciou, ainda, a utilização de 291 viaturas.

Segundo o comandante da PM, serão 900 policiais trabalhando por dia apenas em Maceió, com atuação mais intensa na região da Praça Moleque Namorador e no bairro do Pontal, locais com festas tradicionais de rua. Sena ainda anunciou que serão liberados – até sexta-feira, dia 20 - R$ 220 mil em diárias para os policiais que trabalharão no interior.

Dalmo Sena destacou o papel da população na redução da violência neste período, afirmando que foram disponibilizadas no site da instituição - www.pm.al.gov.br - dicas de segurança. Ainda segundo o coronel, serão disponibilizados relatórios diários dos números do Carnaval no site da corporação.


Intendência

O diretor de Segurança e Inteligência da Intendência Geral do Sistema Penitenciário (Igesp), tenente-coronel Paulo Sérgio Lopes, informou que haverá um reforço no número de agentes penitenciários em todas as unidades prisionais do Estado. Em Maceió, 370 agentes serão responsáveis pela segurança diária dos presídios – que farão a segurança interna e externa.

A operação, denominada saturação, visa impedir a ocorrência de fugas, rebeliões e resgate de presos. Segundo o tenente-coronel, dez viaturas irão realizar de forma permanente a segurança do entorno dos presídios Baldomero Cavalcanti, Cyridião Durval, além da Casa de Detenção de Maceió. A segurança externa contará com o apoio do Batalhão de Policiamento de Guarda da Polícia Militar e do Canil do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

A ESCALA EXTRA DE TRABALHO NO CARNAVAL, LEVOU O NOME DE OPERAÇÃO SATURAÇÃO.
SATURADOS ESTÃO OS AGENTES PENITENCIÁRIOS DE ALAGOAS DIANTE DE TANTOS DESMANDOS E PERSEGUIÇÕES.
SERÁ QUE VAMOS ACEITAR ESTA ESCALA EXTRA???

MANIFESTAÇÃO PÚBLICA E ASSEMBLÉIA EXTRAORDINÁRIA


Companheiros, nesta quinta-feira, dia 19 de fevereiro, às 8 horas (impreterivelmente), estaremos nos concentrando na praça pública, defronte ao SENAC, no poço, para fazermos uma manifestação pública de repúdio as prisões equivocadas e injustas dos companheiros Agentes Penitenciários; manifestação esta, na qual iremos em caminhada, simbolicamente, nos entregar, todos algemados, ao GCOC. Pois, se continuarem a prender companheiros com base nestes testemunhos, seremos os próximos, então vamos, simbolicamente, como forma de repúdio, nos entregar.

Também estaremos, em assembléia extraordinária, na praça, deliberando sobre a "escala de carnaval" colocada pela IGESP; concordamos com ela ?????

Peço a todos que compareçam e chamem os companheiros agentes para se fazerem presentes; não precisamos dizer da importância deste ato e assembléia.

TODOS DEVEM COMPARECER VESTIDOS DE PRETO E LEVANDO SUAS RESPECTIVAS ALGEMAS.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Agentes penitenciários rebatem posição do Gecoc




Gazetaweb - com reportagem de Porllane Santos e colaboração de Dulce Melo

O presidente do Sindicato dos Agentes penitenciários, Jarbas Souza, e o diretor Marcelo Avelino concederam entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no bairro Cambona, em Maceió. Acompanhados pelos advogados Henrique Vasconcelos e Raimundo Palmeira os representantes da categoria repudiaram as decisões do Ministério Público quanto às determinações das prisões de nove agentes acusados da execução de cinco reeducandos.

Para Avelino, “as prisões foram feitas equivocadamente, sem solidez e credibilidade”. Ele afirma que as decisões do MP foram baseadas em cima de provas testemunhais, o que diz ser inaceitável.

“Se os laudos não foram concluídos como podem prender sem provas concretas? O problema é que nós agentes incomodamos os presos e somos perseguidos por que exercemos nossa função, evitamos que entrem no sistema prisional drogas e armas”, ressalta Avelino.

Os agentes penitenciários dizem que as denúncias feitas ao Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gecoc) são em consequência da delação premiada que beneficia quem contribui para a elucidação de qualquer crime.

“Então, é claro que todo reeducando vai querer falar e inventar alguma coisa para ser remanejado para o módulo do trabalhador com alguns privilégios”, conclui Avelino.

Já o presidente do sindicato, Jarbas Souza, considera um absurdo responsabilizar os agentes. “Até mesmo porque o sindicato foi o primeiro a falar que as ocorrências nos presídios não eram suicídio e sim homicídio. O Ministério Público, infelizmente, parte do pressuposto de que o agente é culpado para dar uma resposta rápida à sociedade”- diz Jarbas.

Sobre a denúncia de que teriam sido ofertados mil reais pela morte do reeducando David, Jarbas rebate. Ele garante que o preso foi remanejado do módulo por desacato a um agente, de nome não revelado, e que não teria retornado porque no local foram detectadas armas e entorpecentes pelos agentes penitenciários, o que levou os demais reeducandos a insinuarem que ele havia passado a informação. “E isso poderia resultar no seu assassinato”, reforça Jarbas.

O advogado Raimundo Palmeira diz que tudo já começa de forma errada. “O problema é que aqui no Brasil criou-se uma moda de prender o acusado para depois investigar. A investigação já está começando com prisões e o julgamento está sendo precipitado. É preciso esclarecer que não há ainda nenhuma prova contra esses agentes” - enfatiza o defensor da categoria.

Por conta de toda a situação, os agentes dizem que há um estudo para possível paralisação. “O clima está tão tenso que os agentes já pensam em cruzar os braços. Só não vamos deixar entrar armas, mas drogas e celulares os agentes já estão pensando em deixar passar. Porque os agentes que desagradam os presos acabam recebendo punição. Por que não foi organizada uma força-tarefa para investigar o caso do nosso colega Manoel Messias morto em serviço por falta de condições de trabalho?” - indaga.

Denúncias contra a direção

Durante a coletiva, o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários fez uma grave acusação ao diretor do presídio Cyridião Durval, capitão PM André. “Há um esquema de corrupção muito grande no Cyridão. Drogas, armas celulares e até aparelhos como frigobar e geladeiras, entram lacradas, sem revista. A ordem vem de cima, da própria direção, e nós não podemos fazer nada” – denunciou, esclarecendo ainda que essas denúncias e várias outras já foram encaminhadas ao Ministério Público e demais órgãos competentes.

Resposta

O capitão André, diretor do Cyridião Dirval, foi procurado pela equipe da Gazetaweb e se pronunciou a respeito das denúncias. “Minha declaração é simples, quem acusa tem que provar, então, eles peguem as provas e apresentem. Eu tenho quinze anos de polícia e nunca foi descoberto nada de ilícito ao meu respeito. Muita gente já foi ao Gecoc fazer denúncia e meu nome em nenhum delas foi citado. Engraçado, eu agora passei a ser traficante e no entanto não sou eu quem está preso” – rebateu.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Sindapen chama prisão de agente de arbitrária


Priscylla Régia/Alagoas24Horas

O agente penitenciário Wagner José Monteiro Falcão - preso na manhã desta sexta-feira, 13 - acusado de envolvimento na morte de um dos reeducandos do Sistema Prisional - encontra-se detido na Diretoria de Unidades Prisionais (Dup).

Ainda nesta tarde, o agente foi levado, escoltado por policiais do Tigre, ao Instituto Médico Legal Estácio de Lima para realizar o exame de corpo de delito.

Para o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas (Sindapen), Jarbas de Souza, a prisão de Wagner aconteceu de forma arbitrária. "O Judiciário está se baseando no depoimento de presos. Claro que os reeducandos vão dizer que apanharam ou que nós agentes matamos as vítimas. Provas concretas não têm, inclusive, a perícia chegou a informar na imprensa que não tem material suficiente para afirmar nada. Esse tipo de prisão faz com o que o trabalhador fique desmoralizado além de atingir a família" afirmou.

Falcão é o terceiro agente penitenciário preso acusado de envolvimento na morte do reeducando David Cerqueira, conhecido como Bolota, encontrado enforcado no dia 06 de janeiro.

De acordo com o delegado titular do 10º Distrito Policial, Aydes Ponciano, o cumprimento do mandado de prisão expedido pela 17ª Vara Criminal foi realizado com cautela para não denegrir a imagem do acusado.

"Ele estava trabalhando no Cyridião Durval e foi informado sobre a prisão preventiva. Não achamos necessária a presença de vários policiais para efetuar a prisão, já para preservar o agente. Há indícios fortes de seu envolvimento nos crimes, mas ainda vou ouvi-lo na próxima semana, onde terá chances para se defender" disse.

O advogado do Sindapen, Yuri Pontes, informou a equipe do Alagoas24Horas que ainda não teve acesso ao inquérito criminal. "Ainda não entramos com o pedido de revogação da prisão temporária ou habeas corpus, pois o inquérito não foi analisado. A partir de segunda-feira, tomaremos as medidas cabíveis com relação ao caso", finalizou.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

AVISO... CONVOCAÇÃO...


AMANHÃ O SINDAPEN ESTARÁ DISPONIBILIZANDO, àS 8:30 H, UM ÔNIBUS QUE SAIRÁ DO SISTEMA PENITENCIÁRIO, PORTARIA, EM DIREÇÃO AO FORUM DE MACEIÓ, ONDE VAMOS FAZER UAM MOBILIZAÇÃO EM SOLIDARIEDADE AOS 6 COMPANHEIROS DETIDOS PELA (IN)JUSTIÇA; ESTES COMPANHEIROS ESTARÃO NO FORUM PARA SEREM CITADOS NO PROCESSO. OS COMPANHEIROS QUE PODEREM SE DIRIGIR AO FORUM EM SEUS VEÍCULOS PARTICULARES, POR FAVOR O FAÇAM, PARA QUE OS COMPANHEIROS QUE NÃO POSSUEM VEÍCULO POSSAM UTILIZAR O ÔNIBUS.
PRECISAMOS NOS UNIR CADA VEZ MAIS EM PROL DA CATEGORIA... CONTAMOS COM A PRESENÇA E SOLIDARIEDADE DE TODOS.

DIRETORIA DO SINDAPEN-AL

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

DELIBERAÇÕES DA ASSEMBLÉIA... MUDANÇA DE ESCALA.




Parabéns ao companheiros que compareceram na assembléia de hoje; enchemos o auditório dos Urbanitários. É verdade que pela quantidade de companheiros que compõem a base e pela importância da pauta, era para termos companheiros até na calçada, mas já progredimos bastante; temos que nos unir cada vez mais e hoje foi um exemplo de que isso é o que boa parte deseja... Vamos nos unir em torno dos nossos objetivos e fazer acontecer o que desejamos para nossa categoria, essa união só tem que aumentar e se consolidar.
Foi debatida e deliberada a questão da possível e provável mudança da nossa escala de serviço, a qual não vamos aceitar que seja decidida e imposta de forma unilateral e arbitrária; pior ainda, trazendo ainda mais prejuízos financeiros e sociais para categoria. Decidimos, por unanimidade, que não aceitaremos esta mudança de escala e melhor, deliberamos e decidimos como vamos agir caso queiram nos impor esta mudança de escala: não vamos aceitar, vamos boicotar (trabalhando normalmente na mesma escala atual) e vamos, no mesmo momento, simultaneamente, nos mobilizar defronte a IGESP, até que sejam tomados outros rumos e decisões com a participação efetiva e concordância da categoria (SINDAPEN); conforme já ficou acordado e assinado pela IGESP em outra ata na qual foi delibarado sobre o mesmo assunto.
Aos companheiros que foram à assembléia, passem para outros que não foram o que decidimos, como decidimos e como vamos por em prática; vamos unificar a informação, nos unir e fazer acontecer conforme foi decidido.

APOIO AOS COMPANHEIROS DETIDOS PELA (IN) JUSTIÇA



Nesta sexta-feira, dia 6, a partir das 8 horas, os nossos 6 companheiros que estão detidos pela justiça vão ser ouvidoS no Forum do Barro Duro; foi deliberado em nossa Assembléia de hoje que estejamos todos presentes na porta do referido Forum a partir das 8 horas para dar apoio aos companheiros e demonstrar nosso repúdio a onda de calúnias, difamações e injustiças que estão espalhando no seio da nossa categoria e divulgando para toda sociedade; precisamos, e vamos, mostrar que a verdade não é o que estão proferindo sobre nossos companheiros e que, certamente, a verdade é bem mais "podre", mais escandalosa e está bem mais próxima de nós do que imaginamos... vamos mostrar que os Agentes Penitenciários são merecedores de todo respeito que a sociedade possa ter para com esta categoria. Vamos sim buscar a verdade dos fatos e punição dos verdadeiros culpados pela corrupção, tráfico e mortes do sistema prisional.
Contamos com a presença de todos; os seis companheiros que estão detidos, contam com a presença de todos nós...
Unidos seremos fortes!!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Os presídios devem ser privatizados? O que acham da idéia?

Entra ano e sai ano e o problema do sistema penitenciário não é resolvido. Não se trata de problema doméstico; não é só em Alagoas. Alguns acham que a solução é a construção de novos presídios – e em Alagoas, nos últimos dez anos, construíram mais presídios que escolas (MAIS PRESÍDIOS QUE ESCOLAS??? ONDE?? FOI CONSTRUÍDA SÓ A CASA DE CUSTÓDIA... E ESCOLAS, PERDI A CONTA...).

Interessante, muito interessante mesmo, é que o metro quadrado no presídio Cirydião Durval, por exemplo, saiu mais caro que o metro quadrado na construção de um hotel cinco estrelas. E por que é mais caro? Porque o metro quadrado no presídio quem paga é o erário, a viúva federal;e o metro quadrado no hotel cinco estrelas é investimento privado.(ISTO PORQUE OS PARA PODER PAGAR A "COMISSÃO" DOS ENVOLVIDOS NA OBRA TEM QUE SUPER, SUPER, SUPER FATURAR; CORRUPÇÃO ATIVA, PASSIVA, SACANAGEM... ROUBO...)

Os presídios são um grande negócio envolvendo diferentes interesses. Em Alagoas existem oito presídios com oito fornecedores diferentes – e imagine fornecer alimentação para uma clientela que não tem opção de escolha! Pense no negócio bom!(E ONDE SÓ CHEGA CARCAÇA DE GALINHA, ARROZ DE QUINTA,FEIJÃO VELHO E,MUITO RARAMENTE, A CARNE QUE CHEGA E 99% GORDURA E NERVO)

Os que delinqüem são condenados em tese para pagar pelo crime, mas, na prática, quem paga a conta é a sociedade – e paga de várias maneiras: pelos impostos, pelo permanente estado de alerta uma vez que os presídios não recuperam ninguém, pelos desserviços que lhe prestam, e pelo aumento crescente da violência – apesar de tantos presos e tantos presídios. (TANTOS PRESOS SIM, TANTOS PRESÍDIOS, NÃO; TANTO ROUBO DE DINHEIRO PÚBLICO, SIM, TANTO INVESTIMENTO, NÃO)

Os presídio tem sido escolas de pós-graduação em crimes e o caso emblemático é o Marcola – um reles punguista da Praça da Sé, em São Paulo, que se tornou o maior chefe de assaltos a bancos. Preso a primeira vez e misturado com as elites do crime, Marcola foi humilhado pela condição de reles batedor de carteira. Quando saiu da prisão especializou-se em assaltar bancos e empresas, graças a quem? Graças ao Estado que lhe permitiu instrutores de graça – e a sociedade pagou a conta.(SIM, MISTARAM-SE "LADRÕES DE GALINHAS" COM TRAFICANTES, SEQUESTRADORES, LATROCIDAS)

Vive-se o ciclo vicioso: a polícia sai às ruas todos os dias para prender; os presos são levados às delegacias – que estão superlotadas; e daí vão para os presídios, onde o ócio e a promiscuidade se encarregam de torná-los ainda mais anti-sociais.

E qual a saída? A saída parece ser a privatização dos presídios. Um empresário na administração dos presídios livrará a sociedade da condenação de pagar as despesas de quem transgrediu a lei. O que o amigo internauta acha? Os presídios devem ser privatizados? (SERÁ???? MAS SERÁ MESMO??? MAIS UMA VEZ, QUEM VAI CONTINUAR MAMANDO NO ERÁRIO SÃO OS GESTORES PÚBLICOS CORRUPTOS, SÃO OS POLÍTICOS LADRÕES QUE SÃO, ELES MESMOS, OS DONOS DAS EMPREITEIRAS QUE VÃO CONSTRUIR ESTES NOVOS PRESÍDIOS, ELES MESMOS QUE SÃO DONOS DA EMPRESA QUE VAI GANHAR A CONCORRÊNCIA PARA ADMINISTRAR ESTE PRESÍDIO "PRIVATIZADO", ELES MESMOS RECEBERÃO DO ESTADO, DOS NOSSOS IMPOSTOS, UM VALOR ATÉ 30% MAIOR DO QUE SE GASTA HOJE POR PRESO, QUE SERÁ "DESVIADO" PARA SUAS CONTAS EM PARAÍSOS FISCAIS. NÃO, A SOLUÇÃO NÃO É PRIVATIZAR; A SOLUÇÃO É MORALIZAR O SISTEMA PRISIONAL, COLOCAR NELE PESSOAS COMPROMETIDAS COM A NECESSIDADE DE MUDAR E FAZER O SISTEMA FUNCIONAR, COLOCAR NELE PESSOAS QUE SAIBAM COMO INVESTIR 28.000.000,00 DE REAIS, EM UM ANO, DE FORMA CORRETA E OTIMIZADA. FAZER COM QUE O JUDICIÁRIO SE COMPROMETA EM DAR CELERIDADE AO ANDAMENTO DOS PROCESSOS, COLOCAR TODOS OS JUÍZES, QUE GANHAM MUITO BEM PARA ISSO, PARA TRABALHAR DIUTURNAMENTE E COLOCAR OS PROCESSOS EM DIA. POIS JÁ CHEGA DE TERMOS "LADRÕES DE GALINHA" QUE PODIAM ESTAR PAGANDO PELO SEU ERRO COM PENAS ALTERNATIVAS, FORA DO SISTEMA, E NÃO FAZENDO ESCOLA COM TRAFICANTES E LATROCIDAS. JÁ CHEGA DE VERMOS OS GRANDES CRIMINOSOS, QUE TÊM DINHEIRO E BONS ADVOGADOS, NÃO PASSAREM MAIS DO QUE 30 DIAS PRESOS.JÁ CHEGA DE COLOCAR NOS AGENTES PENITENCIÁRIOS A CULPA POR TUDO DE ERRADO QUE ACONTECE NO SISTEMA, ENQUANTO QUE ESTES SÃO OS MAIORES RESPONSÁVEIS PELO QUE RESTOU DO SISTEMA PRISIONAL DE ALAGOAS AINDA FUNCIONAR.
CHEGA DE HIPOCRISIA, DE IDÉIAS RIDÍCULAS APRESENTADAS POR ACADÊMICOS DEMAGOGOS QUE NUNCA COLOCARAM OS PÉS NO SISTEMA, CHEGA DE ENTREGAR O "GALINHEIRO AS RAPOSAS", CHEGA DE UTILIZAR O SISTEMA PRISIONAL COMO CABIDE DE EMPREGOS ELEITOREIROS E COMO FONTE PAGADORA.
VAMOS MORALIZAR, NORMATIZAR, APARELHAR, INVESTIR NO CAPITAL HUMANO, EM CONDIÇÕES DÍGNAS DE TRABALHO, ETC... ISSO SIM, ALIADO AO INVESTIMENTO EM SAÚDE, EDUCAÇÃO E EMPREGO, É A SOLUÇÃO PARA O FUTURO DO SISTEMA PRISIONAL.
FALA SÉRIO!!!!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA


NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA, DIA 04 DE FEVEREIRO, ÀS 14 HORAS, NO AUDITÓRIO DOS URBANITÁRIOS, REALIZAREMOS UMA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA COM A SEGUINTE PAUTA:

* ESCALA DE TRABALHO;
* POLÍTICA SALARIAL.

TODOS ESTÃO SENDO INFORMADOS POR E-MAIL, CARTAZES NO SISTEMA (A PARTIR DE AMANHÃ), PESSOALMENTE (NO SISTEMA), BLOG, ORKUT, ETC...

RESALTAMOS A IMPORTÂNCIA DA PRESENÇA DE TODOS OS COMPANHEIROS NESTA ASSEMBLÉIA.

CATEGORIA UNIDA É CATEGORIA FORTE.

Seis agentes penitenciários são presos sob acusação de homicídio



Cláudia Galvão/Alagoas24horas

Ex-gerente-geral do Baldomero Cavalcanti, Wellington Moisés, teria envolvimento com grupo de extermínioSeis agentes penitenciários - dois deles concursados e quatro serviços prestados - foram presos na manhã desta sexta-feira, dia 30, sob a acusação de envolvimento em homicídio ocorrido na capital alagoana. Eles foram detidos pela Polícia Civil de Alagoas em uma das três operações desencadeadas na manhã desta sexta-feira, dia 30.

Os mandados de prisão foram expedidos pelo juiz da 7ª Vara Criminal da Capital, Maurício Brêda, após denúncia do Ministério Público Estadual. De acordo com a Polícia Civil de Alagoas, foram presos Germano José Lima Costa, Wellington Moisés da Silva, Ítalo Fabiano Rolembergue, Alyano da Silva Araújo, Edmar Ferreira da Silva, e Marcos Eugênio Batista, que se apresentou horas depois da prisão dos companheiros.

Os acusados são apontados em pelo menos dois crimes ocorridos na parte alta da cidade de Maceió: o assassinato de Márcio José Silva, o Márcio Ladeira, e do adolescente Omir Oliveira Lima, 17 anos, morto em agosto de 2007. Quanto à morte do adolescente, já se encontram presos o subtenente Salomão Ferreira Santos, além de Daniel Lopes Chaves, José Ivanes Bezerra e Abimael Clemente.

De acordo com a Polícia Civil de Alagoas, os agentes penitenciários formariam um grupo de extermínio que atuava na cidade de Maceió. Entre eles está o ex-diretor da unidade prisional Baldomero Cavalcanti e Cyridião Durval, Wellington Moisés da Silva, que também consta na lista dos presos de hoje.

Os agentes foram detidos nos bairros do Tabuleiro do Martins, Lourenço Albuquerque, em Rio Largo, e Farol. Ao todo, 30 homens da Polícia Civil de Alagoas participaram da operação.

Os acusados já se encontram na sede da Polícia Civil de Alagoas, em Jacarecica. Eles foram ouvidos pelo delegado Rodrigo Rubiali, submetidos s exame de corpo de delito e posteriomente levados para o sistema prisional.


Sindicato

Um dos representantes do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Marcelo Avelino, colocou que a entidade deve entrar com pedido de relaxamento de prisão de seus filiados, por meio da advogada da categoria. Entre os seis agentes presos, há comissionados e concursados.

Marcelo Avelino coloca que o pedido de relaxamento é cabível, já que os acusados são funcionários públicos, possuem residência fixa e nunca foram citados em crimes anteriormente.

NÃO , OS COMPANHEIROS NÃO FORAM ACUSADOS DE FORMAÇÃO DE QUADRILHA, BEM COMO NÃO ESTÃO SENDO ACUSADOS PELA MORTE DO ADOLESCENTE OMIR OLIVEIRA, ESTÃO ACUSADOS PELA MORTE DO MARCIO LADEIRA.
SIM, O SINDAPEN DEU, E VAI DAR TODO APOIO A TODOS, ATRAVÉS DO DEPARTAMENTO JURÍDICO DO SINDICATO; TRABALHANDO PARA QUE TENHAM, EM LIBERDADE, O DIREITO A UM JULGAMENTO JUSTO E IMPARCIAL. ACREDITOS SIM NA INOCÊNCIA DOS COMPANHEIROS QUANTO A ACUSAÇÃO DE HOMICÍDIO QUALIFICADO, POIS UMA DAS QUALIFICATÓRIAS É A DE NÃO TER DADO A "VÍTIMA" CONDIÇÕES DE DEFESA; HORA, CONDIÇÕES DE DEFESA??? OS AGENTES QUE CHEGARAM PARA CAPTURAR O MÁRCIO LADEIRA FORAM RECEBIDOS A BALA...A ARMA CONSTA DOS AUTOS, BEM COMO OS DEPOIMENTOS E PERÍCIA DOS TIROS DEFLAGRADOS PELO BANDIDO... E SE FORAM RECEBIDOS A BALA, TÊM O DIREITO A LEGÍTIMA DEFESA...
ACREDITAMOS QUE O PEDIDO DE SUSPENÇÃO DA PREVENTIVA É TOTALMENTE CABÍVEL...

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Quatro mulheres são detidas com drogas no Sistema Prisional



Fábia Machado da Silva, 27 anos, e Maria Rubenice Ferreira, 31, foram detidas por agentes penitenciários na tarde desta quinta-feira, 29, ao tentarem entrar no presídio Baldomero Cavalcanti com drogas escondidas na vagina.

Cada uma delas estava com cerca de 150g da droga. Elas foram pegas durante o procedimento de revista para entrar na unidade prisional em dias de visita.

Ao serem ouvidas pela direção da unidade, as acusadas informaram apenas que entregariam o material no módulo IV.

Fábia e Rubenice foram encaminhadas, junto com a droga apreendida, para a Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DRN), onde prestaram depoimento à delegada substituta Rebeca Cordeiro. Elas alegaram que foram contratadas como ‘aviões’ por R$ 50.


Novas prisões

Após os depoimentos, os policiais chegaram a mais duas mulheres acusadas de tentar entrar com drogas no presídio: Jilvaneide Severo da Paz, de 23 anos e Priscila Maria Calheiros Cerqueira, de 21 anos.

Jilvaneide foi detida em flagrante no momento que pegava uma bolsa em uma barraca de guarda-volumes localizada no lado de fora do presídio. Na bolsa os policiais encontraram 200g de maconha prensada - dividida em pequenos pacotes - e uma pedra de crack além de preservativos masculinos. Ela negou que a bolsa fosse dela e disse que só tinha ido pegá-la a pedido de uma colega.

Segundo a Polícia Civil, Priscila seria a verdadeira dona da bolsa e da droga que estava sendo distribuída no presídio. Ela é ex-presidiária e estava visitando o marido, que cumpre pena no Baldomero Cavalcanti. A polícia atribui a ela a distribuição das drogas e a escolha dos ‘aviões’.

As quatro mulheres serão autuadas por tráfico e associação para o tráfico. José Adilson, dono da barraca aonde a bolsa foi encontrada, também será ouvido ainda nesta noite, na condição de testemunha.

(Atualizada às 18h45)

Fonte: Com Assessoria

PARABÉNS, MAIS UMA VEZ, A EQUIPE DO BALDOMERO CAVALCANTE PELO EXCELENTE TRABALHO REALIZADO. COM POUCOS RECURSOS TÉCNICOS E MATERIAIS, MAS COM UMA VONTADE INABALÁVEL DE FAZER O TRABALHO DA MELHOR E MAIS CORRETA FORMA POSSÍVEL, O RESULTADO SÓ PODE SER ESTE.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Órgãos querem que Governo decrete 'estado de urgência' para sistema de segurança


Priscylla Régia/Alagoas24Horas

O encontro reuniu órgãos ligados a segurança do Estado para discutir o sistema carcerárioO Ministério Público Estadual (MP/AL) irá solicitar ao Governo do Estado um decreto de estado de urgência administrativa para o sistema de segurança pública do Estado, com o objetivo de acelerar o trâmite para as reformas e adequações que precisam ser realizadas em delegacias e presídios de Alagoas.

A decisão foi tomada na tarde desta quarta-feira, 28, depois que representantes do MP, da Defensoria Pública do Estado, Vara de Execuções Penais, Polícia Civil, Defensoria Pública e Intendência Penitenciária se reuniram na sede do MP para discutir a situação do sistema carcerário de Alagoas.

Entre as soluções – a curto prazo – para resolver os problemas emergenciais do sistema, como a superlotação de presídios e o julgamento de presos provisórios, foi discutida ainda a abertura de mais 600 vagas nos presídios e delegacias, a transformação de três delegacias – entre elas o 9º Distrito Policial, no Jacintinho – em pequenas casas de custódia, e um mutirão do Poder Judiciário.

As reformas das delegacias foram sugeridas pelo promotor de justiça Cyro Blatter, responsável pela Promotoria de Execuções Penais, e estão orçadas em R$ 500 mil.

Já o juiz Manoel Cavalcante, presidente do Conselho Estadual de Segurança afirmou que irá solicitar ao Poder Judiciário a realização de um mutirão no Sistema Prisional para rever os processos dos presos provisórios.


Números

Segundo o promotor Cyro Blatter, cerca de 67%, ou seja 1.131 presos no Estado, ainda não foram condenados e estão a espera da tramitação de seus processos.

O defensor público Manoel Correia, coordenador do Núcleo Criminal da Defensoria Pública de Alagoas, acrescentou que 60% dos presos em Alagoas poderiam ter penas alternativas. Ele explica que, segundo pesquisas, as penas alternativas diminuem a reincidência.

O coordenador está realizando visitas em todas as delegacias do Estado, começando pelas da capital, com o objetivo de fiscalizar o andamento dos processos que os presos provisórios respondem. Até o momento já foram visitadas quatro delegacias de Maceió.


ACREDITO QUE AGRANDE MUDANÇA DEVE ACONTECER NO JUDICIÁRIO; SIM, PORQUE O GRANDE "GARGALO" ESTÁ NO JUDICIÁRIO LENTO, BUROCRÁTICO, APÁTICO E POR VEZES, OMISSO. SE ESTES MAGISTRADOS SE COMPROMETEREM COM A CELERIDADE DO ANDAMENTO DE TODOS OS PROCESSOS, TRABALHAREM PARA ISSO ACONTECER, CERTAMENTE NÃO VAMOS TER MAIS "LADRÕES DE GALINHA" ESPERANDO 5 ANOS NO PRESÍDIO, PARA TER SEU PROCESSO ANALISADO POR JUIZ. E SIM, VAMOS TER VAGAS SOBRANDO NO SISTEMA PRISIONAL, POIS A GRANDE MAIORIA SÃO DE PRESOS PROVISÓRIOS, QUE SÓ DEPENDEM DA CELERIDADE DO JUDICIÁRIO PARA TEREM PENAS ALTERNATIVAS OU SAÍREM DA PRISÃO.

CNJ aprova resolução para controlar prisões temporárias


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, na sessão plenária desta terça-feira (27), a edição de uma resolução para controlar as prisões temporárias no país. A medida foi proposta pela conselheira Andréa Pachá e confirmada pela maioria dos conselheiros. De três em três meses, os magistrados deverão encaminhar dados às corregedorias sobre a situação das prisões temporárias. A resolução vai criar mecanismos para que o Conselho tenha dados estatísticos da quantidade de prisões temporárias existentes no país. Além disso, permitirá que os juízes e tribunais acompanhem com mais controle e precisão os prazos referentes às prisões temporárias.

O presidente do CNJ, ministro Gilmar Mendes, destacou a aprovação da resolução. Segundo ele, o Brasil possui um número “elevadíssimo” de prisões temporárias. O ministro citou como exemplos, os dados do Maranhão com 74% dessas prisões, Bahia 73%, Minas Gerais 72% e Amazonas com cerca de 67%. “São números extremamente altos”, disse. De acordo com o presidente do CNJ, não há dados precisos sobre esses casos, mas a estimativa é de que as prisões temporárias correspondam a mais de 50% nos Estados. Para ele, a resolução possibilitará a supervisão de uma área muito sensível dos direitos humanos. “Vamos acompanhar uma demanda quanto ao respeito aos direitos humanos e o combate á impunidade”, afirmou.

De acordo com a conselheira Andréa Pachá, relatora do processo, é fundamental a realização desse controle para garantir que as prisões sejam feitas de forma regular. Ela lembrou que nos mutirões carcerários realizados nos Estados do Maranhão, Rio de Janeiro, Piauí e Pará, foram soltos 1.400 presos que estavam em situação irregular.“É inadmissível que um preso em flagrante passe três a quatros anos na prisão, sem que o juiz saiba dessa situação”, afirmou.

Na avaliação do corregedor Nacional de Justiça,ministro Gilson Dipp, também favorável à medida, a edição da resolução é um alerta para os vários problemas do sistema carcerário brasileiro. Segundo ele, os dados vão ajudar principalmente os presos carentes, que não têm recursos para contratar advogados, o Judiciário, o Ministério Público e as defensorias públicas.

Controle trimestral - Segundo a relatora, os juízes de primeiro grau encaminharão as informações trimestrais à Corregedoria Geral de Justiça e os desembargadores para a presidência dos tribunais. Esses dados serão consolidados pelo CNJ, através da Corregedoria Nacional de Justiça.

O regulamento também vai possibilitar que os juízes tenham conhecimento dos processos parados há mais de três meses, cujos acusados estejam presos. “A resolução vai criar um controle para efetivar a atuação do juiz”, justifica Andréa Pachá. Ela argumenta que “as prisões temporárias devem ser uma exceção e não regra”. As prisões temporárias são aquelas cuja sentença não tenha transitado em julgado. Estão entre elas: as preventivas e em flagrante.

Fonte: Agência CNJ de notícias

É IMPORTANTE? É, MAS O MAIS IMPORTANTE NÃO É TER RELATÓRIOS DAS PRISÕES TEMPORÁRIAS, COM QUANTIDADES, IDADES, ETC... ISTO JÁ É DE CONHECIMENTO ,QUASE,PÚBLICO; MAIS IMPORTANTE SERIA O JUDICIÁRIO PASSAR A APRECIAR, JULGAR E SENTENCIAR COM CELERIDADE, E NÃO LEVAR 5,6, 10 ANOS OU MAIS PARA SENTENCIAR UM RÉU. ENQUANTO ISSO, NOSSAS PRISÕES ESTÃO ABARROTADAS DE RÉUS QUE PODERIAM ESTAR FORA EX OFÍCIO. ACORDA JUDICIÁRIO, VOCÊ TEM QUE FAZER SUA PARTE.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Agentes encontram arma e drogas em presídio




Agentes penitenciários do Presídio Cyridião Durval e Silva encontraram no final da tarde desta quinta-feira, dia 15, uma arma de fogo escondida em uma das celas do módulo G-V. Durante a revista foi encontrada ainda maconha e crack prontas para a comercialização.

A apreensão aconteceu durante uma revista de rotina. A arma - um revólver de calibre 38 - e mais cinco munições intactas estavam escondidas no ralo do banheiro da cela 16. A cela estava desativada há alguns dias após ter a porta danificada.

De acordo com a direção da unidade prisional, ainda não há condições de saber quem é o reeducando proprietário do revólver, uma vez que não há detentos lotados na cela 16.

Ainda não se sabe como a arma entrou no presídio. Além de abrir sindicância administrativa para apurar o fato, o intendente-geral do Sistema Penitenciário, tenente-coronel Luiz Bugarin, irá encaminhar a arma para Secretaria de Estado da Defesa Social e solicitar investigação por parte da Polícia Civil de Alagoas.

Os primeiros levantamentos realizados pela Diretoria de Segurança e Inteligência (DSI) apontam que o revólver, de numeração 972608, está registrado na Polícia Federal em nome da Usina Taquara, localizada em Colônia de Leopoldina.

Durante a revista, os agentes apreenderam ainda 41 bombinhas de maconha, 35 pedras de crack, além de 25g de substância entorpecente ainda não identificada e uma arma artesanal. O material estava jogado no pátio do módulo. Segundo a direção, o material provavelmente foi abandonado no momento em que os reeducandos perceberam a chegada dos agentes que fariam a revista.

Fonte: Assesssoria da Igesp

PARABÉNS AOS COMPANHEIROS AGENTES DO CYRIDIÃO E AO DIRETOR WELLINGTON, PELO EXCELENTE TRABALHO; EM APROXIMADAMENTE 45 DE TRABALHO ESTA GESTÃO RETIROU DE CIRCULAÇÃO DUAS ARMAS DE DENTRO DO CYRIDIÃO E MUITA DROGA... QUE DIFERENÇA DA ANTERIOR... EM DOIS ANOS, NUNCA "ACHOU" UMA ARMA; APESAR DE SEMPRE INFORMARMOS A EXISTÊNCIA DE TRÊS, DENTRO DOS MÓDULOS.
QUE DIFERENÇA...